Escolher a felicidade
Manter o foco num objectivo que desejamos é talvez uma das tarefas mais difíceis para o ser humano.
Habituado à agitação mental, a pensar em muitas coisas ao mesmo tempo, o ser humano honra a sua facilidade de manter a mente ocupada com várias tarefas ao mesmo tempo. A sua inteligência é ainda medida pela capacidade de coisas que consegue fazer, e os seus sucessos avaliados pela quantidade de coisas que consegue atingir e obter.
Acalmar a mente, não pensar nos ditos problemas, é algo ilusório e mesmo uma tarefa impensável de se fazer.
Então, quando a mente decide que quer atingir um objectivo, decide também conjecturar em milhões de pensamentos sobre esse mesmo objectivo. Os muitos porquês e consequências, dificuldades, facilidades, loucuras, desventuras, desculpas e sei lá mais o quê.
Somos seres pensadores, mas nem sempre usamos o pensamento a nosso favor!
Isso é a grande aventura da vida, usar a nossa capacidade e poder interior para sermos felizes!
E somos felizes quando estamos em paz interior.
E estamos em paz interior quando somos íntegros e congruentes entre o que pensamos, dizemos e fazemos.
Queremos ser felizes?
Será que pensamos pensamentos de felicidade?
O nosso discurso é a favor da felicidade? Sempre?
E fazemos aquilo que o nosso coração diz ser o melhor para a nossa felicidade? Ou seguimos os passos comuns e “aceites” pela sociedade e por aqueles que esperamos que nos aprovem e amem?
Tudo são escolhas!
E a escolha de ser feliz é aquela que exige uma sinceridade única e profunda dentro de nós mesmos. Os outros, nada têm a ver com isso e nada podem fazer para nos ajudar, enquanto nós não nos ajudarmos a nós mesmos, POR DENTRO!


