Sair da realidade que pensamos ser a única possível

Imagem: Google

Pensamos que a realidade que vivemos é a única possível.

Pensamos que somos aquilo que vivemos até hoje. Somos o conjunto daquilo que experimentamos, somos o conjunto de tudo aquilo que aprendemos e que somos as nossas memórias.

Vivemos presos num mundo onde as crenças dos outros são verdades para nós, onde as verdades parecem ser absolutas, mas mudam consoante o dono.

Alguma vez parou para pensar que aquilo que é verdade para si, não é verdade para outra pessoa?

E alguma vez se perguntou porque continua a alimentar verdades que não são universais?

Hoje em dia fala-se muito do poder do pensamento, o poder da mente, mas mesmo assim, ainda continuamos presos aos mesmos paradigmas do passado.

Ainda achamos que esse poder serve para umas coisas e não para outras.

As terapias bioenergéticas são boas, acalmam, curam algumas coisas, mas “há coisas que só Deus sabe”.

Acreditamos na religião e oramos por milagres, mas “Deus escreve certo por linhas tortas” e “temos que nos contentar com aquilo que a vida nos dá”.

Será mesmo assim?

Não haverá uma saída para esta realidade onde em todas as saídas parece haver um limite, uma barreira que o homem não consegue superar?

Existirão limites na criação Universal?

E como explicamos que uns tenham tanto e outros tão pouco? Uns sejam saudáveis e outros doentes? Uns bem sucedidos e outras não?

Sorte? Azar?

O ser humano, com a capacidade de navegar oceanos, cruzar os céus, ir à Lua, conhecer o espaço, é um ser que depende da sorte ou do azar?

Ou talvez da configuração astrológica no momento do seu nascimento?

Ou talvez da família que tem um história dramática e com pouca sorte?

Fará isto algum sentido?

Para mim não faz!

E existe uma saída!

Aliás, infinitas!

Só precisamos começar a olhar para dentro de nós e começar a derrubar os muros pesados que construímos dentro de nós mesmos.

Muros emocionais, muros com muitos pensamentos gravados, e derrubá-los.

Claro que depois aparecem desculpas como: “Este muro é muito alto, vai demorar muito a derrubar.”, “Este muro é pesado, demorou uma vida a construir… não pode cair assim.”, “Eu não sei viver sem muros, são eles que me protegem!”, “Estes muros são a minha casa, onde vou viver depois?”, “Não tenho tempo para isso… o tempo que vou perder só a tentar deitar o muro abaixo.”, “Não vale a pena, o meu vizinho tem mais muros que eu.”, “O mundo está cheio de muros, que diferença faz mais um ou dez?”, etc….

Mas no momento em que descobrimos que nós não somos os muros e que eles apenas existem na nossa imaginação, que escolhemos em determinado momento viver uma história de limitação, rapidamente os muros começam a cair por si… basta darmos a nossa vontade, dedicação e ordem para que se libertem e dissolvam da nossa imaginação.

Nós não somos as nossas histórias e rapidamente podemos redesenhar a nossa vida, ao sabor da nossa vontade.

Podemos escolher a paz e a alegria!

Basta para isso a nossa intenção, de viver em paz e alegria.

Baste decidir que o nosso objectivo em tudo o que pensamos, dizemos e fazemos, é a paz e a alegria.

Deixar uma Resposta